De Manuel Ramos a 27 de Outubro de 2013 às 17:27
"parece que o executivo Cdu de Silves quis transformar a feira de todos os santos em feira franca."
Esta é a frase com que abre o seu artigo e logo não é verdadeira, pois a feira tem sido franca em anos anteriores por proposta do PSD, votada de forma unânime por todos os vereadores. E é aí que reside o busílis da questão, a coerência, dos políticos que antes votaram a favor e agora contra. Este é o cerne da questão. Nada mais, por que o que era válido antes, é válido agora.
Voltando ao início, e para concluir: quem com inverdade baseia o seu raciocínio, raras vezes bem conclui! (cit. manuel ramos)
De José Paulo de Sousa a 28 de Outubro de 2013 às 09:42
Com o devido respeito Dr. Manuel Ramos,
A Proposta da CDU não foi de transformar a Feira de Todos os Santos em Feira Franca?
Onde está a mentira?
Se outros a votaram em anos anteriores? onde é que isso torna mentira o que eu disse?
Se outros mudaram o seu sentido de voto? Onde torna mentira o que eu disse?

Um bom dia e sabe que gosto de controvérsia ...

Agora termino como comecei

"parece que o executivo Cdu de Silves quis transformar a feira de todos os santos em feira franca."

e retribuo o seu pensamento

quem com inverdade baseia o seu raciocínio, raras vezes bem conclui! (cit. manuel ramos)

e também posso dizer o discurso mal baseado tem um percurso estranho normalmente atinge o seu emissor ...
De Manuel Ramos a 28 de Outubro de 2013 às 18:42
Pois, o problema deve ser realmente a língua portuguesa. Transformar significa alterar uma situação pre-existente, o que não era o caso, já que foi referida como medida excepcional, aliás, como as anteriores do tempo do PSD, e recordo de votar uma vez a favor em 2008. Isso não transformou a feira em franca, até por que existem taxas previstas em regulamento. Frases assim feitas, com verbos aparentemente mal escolhidos, não costumam ser inocentes, e mais parecem títulos a Correio da Manhã".
Por isso o que escreve não é verdade, ninguém quis transformal a feira em franca. Nestas ocasiões sempre surgem cortinas de fumo para distrair os mais incautos. A maior delas todas é desviar a discussão (que já poderia ter antes ocorrido antes, pois isto não é inédito, e não aconteceu) da questão da coerência dos políticos quando tomam posições. Mas, claro, sobre isso nem uma palavra disse. Compreende-se!
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