De Manuel C. Ramos a 9 de Dezembro de 2010 às 01:33
Agradeço a preocupação e o facto de vir a terreiro com ideias que possam vir a ser equacionadas. Bem melhor, do que simplesmente criticar, falar do passado, dos erros, disto e daquilo, e nada dizer de novo.
Quanto à ideia base da autonomização do museu posso dizer que o espaço Fábrica do Inglês, já é hoje constituído por dois números urbanos, desanexação que ocorreu há cerca de 2 anos quando se pretendia construir uma unidade hoteleira no sítio da tenda. Por isso, o mais difícil está feito e, felizmente, de uma forma que pode agradar a todos, e explico: sendo a linha divisória a que une os dois portões a nascente, fica separado o "património" do que pode ser ainda "urbanizado" e é por isso rentável, até para os bancos. É claro que quando digo urbanizável, também digo compatível, já que continuamos intra-muros, e num espaço classificado. Refiro-me, por exemplo, a um equipamento cultural futuro, um auditório que Silves não tem, e que não havendo dinheiro agora, como não há, poderia ter, sei lá, comparticipação dos credores, os bancos. Enfim... venham ideias. Mas também a voz dos accionistas e dos credores, até agora demasiado silenciosos.
Comentar:
De
  (moderado)
Nome

Url

Email

Guardar Dados?

Este Blog tem comentários moderados

Ainda não tem um Blog no SAPO? Crie já um. É grátis.

Comentário

Máximo de 4300 caracteres



Copiar caracteres

 



O dono deste Blog optou por gravar os IPs de quem comenta os seus posts.