De Paula Bravo a 24 de Setembro de 2010 às 19:39
Princesinha, já que me pergunta, eu respondo. Para mim, o definhar da escola começou ainda no "meu tempo" e da anterior direcção que fez o que estava ao seu alcance para atenuar esse problema. Daí a vinda dos alunos de cabo verde. Quanto à direcção que se seguiu, conheço as pessoas, penso que fizeram o que estava ao seu alcance para continuar com a escola e apresentar novos projectos. Mas de facto, a realidade esteve sempre contra esta escola, desde a sua criaçao em Messines que nunca foi bem vista por determinados sectores. E depois, começaram a proliferar os cursos profissionais, das EBs à Secundária de Silves, ao Instituto de Emprego, andam todos a dar os mesmos cursos. A partir dessa generalização, a escola de messines, passou a ser o elo mais fraco. E aí, concentrou-se ainda mais nos alunos de Cabo Verde e o resultado, queiramos ou não admitir, é que muitos dos potenciais alunos da freguesia simplesmente fugiram para outras escolas. É só ver a quantidade de alunos que a Escola Profissional de Alte vem buscar a Messines. Faltou depois a capacidade de contrariar essa tendência, ou a vontade, não sei.
de qualquer forma, desengane-se quem pense que me estou a rir com o que aconteceu. ninguém que seja normal fica contente quando uma parte da sua vida se afunda ingloriamente e eu passei muitos anos nessa escola, ao lado de pessoas que considerava amigas. talvez nalguns casos estivesse enganada, mas também não me arrependo de ter sentido esse sentimento.
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