Sexta-feira, 4 de Dezembro de 2009

Divagações no meu quintal

Há pessoas que numa fracção de segundos apreendem o sentir, o pulsar de uma Instituição, o sentimento e o carisma de uma Pessoa. A isso poderei chamar, inteligência, perspicácia, apetência para aprender... é algo que é endógeno a essas pessoas, está-lhes inscrito na cútis, como no seu código genético ou no seu ADN... sendo mais claro é o carácter, a bondade o carisma das pessoas que conseguem através da vivência com o outro aprender o pulsar das Instituições o carisma da Pessoa.

 

Outras pessoas há que podem conviver e viver, um segundo, um minuto, uma hora, um dia, uma semana, um mês, um ano, uma década, uma vida, que não conseguem compreender nem as Instituições , nem muito menos as Pessoas.

 

Das Instituições, não conseguem compreender que, estas uma vez criadas tem um pulsar próprio, uma genética empresarial que, ou se apreende, ou se sente o toque, ou por mais tempo que se passe, às vezes quanto mais tempo passa menos conseguem entender o pulsar da Instituição, o objectivo e a finalidade desta.

Não conseguem entender que a Instituição se apropria dos conhecimentos, dos saberes dos seus actores e, não o contrário, isto é, não são os actores que se apropriam da Instituição e da sua dinamica. Quando isto acontece, há como que uma confusão sobre a pessoa/actor e a Instituição e surgem actores que não conseguem dissociar-se da Instituição, não conseguem entender que eles não são a Instituição e, principalmente que esta não lhes pertence, apenas lhes esta cedida e entregue pelos outros actores da Instituição, de que os actores são parte da Instituição e não o oposto.

Há como que uma confusão de identidade, o agarrar-se quase obssessivo da posição ..., enfim a Psiquiatria e outras ciências devem ter uma explicação para a situação.

 

Das Pessoas com que tiveram a sorte de conviver e conhecer não retiraram o que de bom estas tinham, nem o seu génio, nem o seu saber, nem o seu destemor, nem muito menos a sua visão empreendedora, mas apenas e só, infelizmente, conseguiram ver o aparente, o superfulo, e por isso se regem por critérios de poder(zinho), por critérios de afirmação(?) social e, não entendem que mesmo essas pessoas que lhes foram enormemente superiores, punham sempre e sempre a Instituição acima delas próprias, nunca se servindo dela antes deixando que ela se servisse delas...

Enfim que diferença que saudades...

 

Vou terminar que já vai longo este meu escrito numa de devaneio, com dois pensamentos que me dizem muito e que muito utilizo ...

 

              " Depois de um grande lider surge sempre uma liderança opaca, sem brilho e sem fulgor. "

 

              " Há pessoas que tentam superar a sua imensa falta de ser com uma avidez de muito ter. "

 

Até já. 

 

 

 

feito, revisto e publicado por, José Paulo de Sousa às 09:47
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