Sábado, 14 de Novembro de 2015

paris 2015-11-13

paris é para mim uma cidade emblemática, a minha primeira saída à séria do pais, quando fiz dezoito anos, através do mítico interrail, foi a primeira grande cidade europeia que conheci. ao longo da vida fui voltando, e já lá estive uma vintena de vezes, para mim é como que a cidade francesa que me parece minha, a ultima vez que lá estive foi em agosto e como sempre estive e senti-me bem e em segurança. andei por todo o lado no meio daquela miríade de gentes de costumes, de culturas, cristãos, árabes, judeus, brancos, mestiços, amarelos pretos(sem qualquer conotação)! 

esta noite enquanto esperava, por alguém segui em directo na net a barbárie assassina que deflagrou em Paris, em directo dei por mim a escrever no Twitter

"enquanto não existir uma resposta firme os cabrões [não são os muçulmanos] vão continuar a fazer o mesmo . estou a falar de terroristas"

não me considero xenófobo, sempre convivi bem com outras religiões e até sem qualquer religião, acredito na democracia, na igualdade... mas também acredito que nós os ocidentais, não podemos pactuar com este género de terrorismo que mata indiscriminadamente, mata por matar com um só fim impor o terror. quero desde já dizer que não confundo árabes, muçulmanos com terroristas, o Islão tanto como o cristianismo pode e deve ser vivido em paz e em harmonia com outros credos, agora é necessário que se entenda os terroristas do ISIS e de outras cenas maradas  não são muçulmanos, são isso sim bandidos, terroristas assassinos, que tem de ser perseguidos e abatidos sem piedade, não podemos tratar estes criminosos com as branduras da democracias e do estado de direito, este gajos tem de ser perseguidos tem de ser acossados tem de ser eliminados. não devemos começar a entrar em paranóias com os refugiados, eles também fugiram destes criminosos esses devem ser acolhidos e integrados os outros sim devem ser excluídos e olho por olho dente por dente. essa gente criminosa só entende uma linguagem a da violência, infelizmente para tratar este problema devemos ser mais violentos.

pode não ser politicamente correcto, mas é o que sinto e como sempre aqui, como na vida real exprimo o que sinto.

até já

feito, revisto e publicado por, José Paulo de Sousa às 16:12
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