Quinta-feira, 3 de Setembro de 2015

com pouco podemos fazer muito

A Europa enfrenta uma crise humanitária que não há memória. Lembro-me de o meu pai e a minha mãe me falarem de jovens refugiados austríacos que foram acolhidos por famílias Portuguesas, mas não tenho memórias próprias disto.

Hoje com a parafernália de meios de comunicação somos bombardeados com imagens, com relatos, com noticias de vidas que se perdem quando tentam somente salvar as próprias vidas , melhorar as ditas.

Tenho visto compreensão e atitudes xenófobas e perfeitamente imbecis.

Uns criticam abertamente o governo por ir acolher cerca de 1500 refugiados, outros  criticam o governo governo por só acolher 1500, enfim o trivial.

As instituições e a sociedade civil estão prontas para o acolhimento, somos e sempre seremos um pais de emigração de imigração mas também de acolhimento e tolerância, por isso não é novidade nenhuma o que vejo, está no sangue dos Portugueses, reclamar muito, protestar com tudo e todos, clamar, mas na altura da solidariedade ou caridadezinha como gostam de dizer os de esquerda há sempre lugar para mais um.

Muitos municípios e muitas instituições estão a chegar-se á frente assim como muitos particulares, no nosso concelho (re)lembro a quem de direito se por achar(em) que se pode fazer algo neste concelho pelo migrantes/refugiados, que existe(m) uma infra-estrutura que caso não tenha sido delapidada possui capacidade de alojamento para vinte pessoas, em quartos com capacidade para alojar, condignamente quatro pessoas, todos com casa de banho, com possibilidades de utilizarem cozinha (caso ainda exista), mas na Vila de São Bartolomeu de Messines existem pelo menos duas Instituições aptas a fornecer refeições.

É evidente que isto terá custos, primeiro porque as Instalações da antiga escola profissional de agricultura do Algarve são privadas, mas como é sabido haverá fundos comunitários para custear essas despesas.

Fica aqui a minha lembrança a quem de direito, não esquecendo que será uma forma de rentabilizar as instalações, e uma forma de a Vila e o Concelho darem algo de si a quem tão pouco tem.

 

Até já 

feito, revisto e publicado por, José Paulo de Sousa às 11:03
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