Domingo, 27 de Outubro de 2013

o novo populismo e a inépcia da oposição

parece que o populismo agora virou à esquerda.

 

parece que o executivo Cdu de Silves quis transformar a feira de todos os santos em feira franca.

 

argumento , o 1º de novembro não é feriado e os feirantes, coitadinhos, vão perder negócio.

 

logo vamos isentar os feirantes da pagamento da taxa ... populismo do barato digo eu e digo porque mais de 90% dos feirantes não são do concelho logo o "meu" concelho iria abdicar de verbas, poucas ou muitas não interessa a favor de gente que (quase de certeza não) paga os seus impostos no concelho de Silves. populismo reafirmo eu.

 

primeiro a competência de isentar nem sequer é da Câmara Municipal por isso teria que ser aprovado em Assembleia Municipal na próxima , ou será que iam fazer uma extraordinária e entre deslocações quilómetros senhas de presença, horas extraordinárias ..., e se a Assembleia não aprovasse? ou se aprovasse? não iam liquidar as taxas antes de se saber a decisão da Assembleia Municipal? ou iam e depois iam devolver ? populismo puro.

 

o que é que o concelho as suas populações iam ganhar com esta medida? zero , populismo puro

 

se querem ajudar o concelho, utilizem essas verbas e abram concurso para um camião de recolha dos resíduos sólidos urbanos (vulgo lixo).

 

e a oposição demonstrou uma inépcia que até dá dó, senão vejamos a sua primeira e democratica decisão sim que em democracia quatro votos valem mais que três ( temos pena, mas é assim), foi deixar que a cdu se vitimizasse aos olhos da população.

 

eu se lá estivesse diria assim aprovo e mais como estamos numa de ajudar os feirantes vamos isentar os ditos das próximas duas feiras ...

 

sim porque afinal não é a oposição que tem de governar. 

se não existirem verbas paciencia e  os feirantes vindos doutros concelhos estarão a rir-se à gargalhada com mais estas taxas que não teriam que pagar...

 

dirão as oposições mas estas verbas fazem falta para as necessidades basicas do concelho.

 

mas quem é que se interessa com isso? o que é necessário é passar o papel de vitimização ou já se esqueceram no mandato anterior terem levado com os trabalhadores em cima, pois que sem orçamento aprovado eles seriam , contra a vontade do executivo despedidos, e o que aconteceu? o orçamento foi aprovados e os trabalhadores no fim dos seus contratos despedidos .

 

populismo primário e uma grande inépcia das oposições, mas isto sou eu que penso admito estar a pensar mal, mas pelo menos penso .  

feito, revisto e publicado por, José Paulo de Sousa às 14:50
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9 comentários:
De Manuel Ramos a 27 de Outubro de 2013 às 17:27
"parece que o executivo Cdu de Silves quis transformar a feira de todos os santos em feira franca."
Esta é a frase com que abre o seu artigo e logo não é verdadeira, pois a feira tem sido franca em anos anteriores por proposta do PSD, votada de forma unânime por todos os vereadores. E é aí que reside o busílis da questão, a coerência, dos políticos que antes votaram a favor e agora contra. Este é o cerne da questão. Nada mais, por que o que era válido antes, é válido agora.
Voltando ao início, e para concluir: quem com inverdade baseia o seu raciocínio, raras vezes bem conclui! (cit. manuel ramos)
De José Paulo de Sousa a 28 de Outubro de 2013 às 09:42
Com o devido respeito Dr. Manuel Ramos,
A Proposta da CDU não foi de transformar a Feira de Todos os Santos em Feira Franca?
Onde está a mentira?
Se outros a votaram em anos anteriores? onde é que isso torna mentira o que eu disse?
Se outros mudaram o seu sentido de voto? Onde torna mentira o que eu disse?

Um bom dia e sabe que gosto de controvérsia ...

Agora termino como comecei

"parece que o executivo Cdu de Silves quis transformar a feira de todos os santos em feira franca."

e retribuo o seu pensamento

quem com inverdade baseia o seu raciocínio, raras vezes bem conclui! (cit. manuel ramos)

e também posso dizer o discurso mal baseado tem um percurso estranho normalmente atinge o seu emissor ...
De Manuel Ramos a 28 de Outubro de 2013 às 18:42
Pois, o problema deve ser realmente a língua portuguesa. Transformar significa alterar uma situação pre-existente, o que não era o caso, já que foi referida como medida excepcional, aliás, como as anteriores do tempo do PSD, e recordo de votar uma vez a favor em 2008. Isso não transformou a feira em franca, até por que existem taxas previstas em regulamento. Frases assim feitas, com verbos aparentemente mal escolhidos, não costumam ser inocentes, e mais parecem títulos a Correio da Manhã".
Por isso o que escreve não é verdade, ninguém quis transformal a feira em franca. Nestas ocasiões sempre surgem cortinas de fumo para distrair os mais incautos. A maior delas todas é desviar a discussão (que já poderia ter antes ocorrido antes, pois isto não é inédito, e não aconteceu) da questão da coerência dos políticos quando tomam posições. Mas, claro, sobre isso nem uma palavra disse. Compreende-se!
De José Paulo de Sousa a 29 de Outubro de 2013 às 10:11
Dr. . Ramos, acredite que o admiro muito principalmente por que quer ter sempre razão.

Primeiro o que eu disse era uma inverdade...

Agora a questão é de interpretação da Língua de Gil Vicente, Camões, Pessoa, Manuel Tiago, Lobo Antunes Saramago...

"Transformar significa alterar uma situação pré-existente , o que não era o caso" diz o Dr. , e na minha modesta interpretação diz mal, senão vejamos;

A feira de todos os santos está prevista e regulada com taxas no regulamento municipal, é verdade não é?

A vereação CDU apresenta uma proposta de transformar a feira de todos os santos e claro refiro-me como a proposta se refere à feira de 2013 em Feira Franca, estou a falar verdade não estou?

Logo não entendo a sua relutância em aceitar uma verdade insofismável " A vereação CDU quis Transformar a Feira de todos os Santos em franca como já foi transformada anteriormente por outras forças, é que o transformar implica alterar , pode ser uma alteração definitiva ou não como foi e é o caso, como não é definitiva a excepção no seu termino retroage à situação anterior, logo sempre que se queira alterar quer-se transformar a situação pré-existente, para mim claro com agua transparente, pelo menos para mim.

Quanto ao falar sobre o que o DR. quer escutar, dê a este pobre escriba amador a possibilidade de escrever sobre o que quer e não sobre o que o Dr. . almeja .

Um bom dia
De DimatumA a 29 de Outubro de 2013 às 00:05
Aquilo que até agora era a primeira grande noticia/ação do novo Executivo CDU já me tinha chegado verbalmente, por alguns dos seus "camaradas".
Hoje, confirmei que o que me foi transmitido (a tentativa de transformação da Feira dos Santos em feira franca) é, sem duvida, a primeira grande imagem do que vai ser este mandato da CDU na CM Silves. Não sou militante deste ou daquele partido, não pertenci às listas de nenhum, mas se analisarem bem o programa eleitoral da CDU era isto mesmo, a festa disto, a feira daquilo, a festa do outro, enfim festas e festinhas. E não vou comentar a atitude da oposição, mas o objetivo principal da CDU foi conseguido, fazer-se de vitima e passar essa mensagem, e assim vai ser todo o mandato. Basta dar uma volta pelos blogs do Concelho. Já há quem apele à revolta contra a oposição eleita. Nada que me surpreenda, basta informarem-se como é o comportamento da CDU no poder. Mas Silves merece mais, e os seus municipes têm outros graves problemas, mais que feiras e festas.
Cumprimentos.
De Luís F. a 29 de Outubro de 2013 às 12:54
Em relação a este assunto tenho duas reflexões que "saltam" à frente das outras e que são as seguintes:
1) A discussão que se tem assistido sobretudo nos blogs e no facebook é feita, principalmente, por dois tipos de pessoas; as que apoiam o executivo e as que não apoiam. No final, e depois de muitas horas "perdidas" a esgrimirem os melhores argumentos "possiveis e imaginários" sob a forma de posts em catadupa (há um "amigo" de Armação de Pera que se é assim com uma feira, quando chegar à votação do orçamento não vai haver facebook que chegue...), quem apoia o executivo continua a apoiar e quem não apoia continua a não apoiar. É assim em relação à feira "franca" e será assim em relação a tudo aquilo que o executivo fará ou não, nos próximos 4 anos.
2) Incomoda-me a forma como sobretudo o Sr. José Paulo Sousa e os "anti-feira franca de 2013" (porque nas outras estavam a favor), se referem aos feirantes. Acho que alguns comentários começam a estar carregados de um teor xenófobo, altamente focado em rebaixar essa classe de comerciantes que são os "feirantes".
Mas afinal quem e o que são os "feirantes"?
Aqui é que a coisa começa a ser surpreendente porque o Sr. JP Sousa certamente não sabe que só na freguesia de Messines, entre venda de farturas, porco no espeto, enchidos, artesanato, doces regionais, bebidas e licores regionais, etc... costumam estar entre 20 e 25 comerciantes ou "feirantes" (se este termo satisfazer melhor o autor do blog), presentes nas principais feiras do Algarve e Baixo Alentejo. E sei que o mesmo se passa em S. Marcos da Serra e Silves, imaginando que nas outras freguesias também haverá o mesmo "fenómeno". Conheço pessoalmente algumas destas pessoas, de "vista" outras e, garanto-lhe que são tão "branquinhos" como o Sr. José P. Sousa e pagam IVA e os restantes impostos como qualquer cidadão.
Para além disso têm filhos na escola, colegas dos nossos, frequentam os mesmos sitios que frequentamos, são nascidos e criados na "santa terrinha"... Em suma, penso que é preferível escrever algo do gênero... NÃO APOIO NEM APOIAREI NADA DO QUE ESTES GAJOS FAZEM OU FARÃO PORQUE NÃO GOSTO DELES... do que estar a insultar pessoas, das quais algumas até conhece mas não deve saber o que fazem na vida.
De José Paulo de Sousa a 29 de Outubro de 2013 às 14:28
como vê sou muito mais tolerante e educado do o caro Luís, não pode ver em nenhum sitio do meu texto um termo xenófobo, isso será imaginação sua.
tanto me faz que os feirantes ou comerciantes itinerantes sejam brancos amarelos ou vermelhos para mim tem todos o mesmo valor, e, para terminar duas coisas numa fui favorável a feiras francas acho que tudo tem um custo e que esse custo deve ser pago sob pena de todos pagar mos por ele, finalmente também lhe transmito de viva voz não terei nunca problemas em aceitar e apoiar uma medida que considere certa e justa do executivo da Rosa Cristina, e como não sei a sua proveniência nem a sua idade (esta porque pode não se lembrar) se conhecer o Dr. . Francisco Martins pergunte-lhe como o ultimo executivo de José Viola conseguiu ver aprovado um orçamento em AM e talvez entenda que eu não tenho problemas em votar uma coisa que acho que vai ser útil para a terra onde vivo. espero que se acalme que a excitação pode causar danos irreparáveis nas coronárias .
um bom dia
De José Paulo de Sousa a 29 de Outubro de 2013 às 14:36


Termin7ologia do portal da empresa Qual a diferença entre um feirante e um vendedor ambulante?
Um feirante é uma pessoa singular ou coletiva que exerce habitualmente a atividade de comércio a retalho não sedentário em feiras.

Um vendedor ambulante é uma pessoa singular ou coletiva que exerce habitualmente a atividade de comércio a retalho de forma itinerante, incluindo em instalações móveis ou amovíveis.
De ME a 29 de Outubro de 2013 às 17:42
José Paulo Sousa, ainda não percebeste que há uma grande linha que separa pessoas inteligentes como tu de pessoas que nem sabem distinguir competências da CM e AM????!!!!
Aprende e não percas tempo com estas tretas... há coisas muito melhores para fazer!!!!

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E um estúpido é um estúpido.
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José Paulo Sousa, ainda não percebeste que há uma ...
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