Terça-feira, 8 de Outubro de 2013

Cronicas da nova Moscovo - O despertar

estamos, hoje, num processo sem retorno de cortes, decadas e decadas de despesismo descontrolado, sem olhar a cores politicas, todos os que por lá passaram gastaram, deram benesses criaram subsidios, incomportáveis para o pais.

 

passamos de um pais cinzento, para um pais colorido despreocupado gastador.

 

um dia depois de muitas auto estradas, muitos estudos para o novo aeroporto, muitas fundações, muitas pp´s, muitas viagens de velhinhos a Fatima, muitas primeiras viagens de avião, muitos subsidios, muitas férias a credito, muitos casamentos a crédito muitas segundas e terceiras habitações a credito, muitos subsidios para abate à produção, muitas baixas fraudulentas, muito pouco labor, alguém foi ao baú e viu que o dinheiro já não estava lá.

 

Gritou-se socorro ...

 

e veio o FMI e veio o BCE e veio a CE, e disse uma coisa que ninguem gosta de ouvir, tecnicamente os meus amigos estão falidos, e puseram um memorando à frente do partido do governo para este assinar e este assinou, mas à cautela chamaram mais dois partidos para assinar e eles assinaram.

 

depois o governo passou de um a dois e os dois olharam para o papel que tinham assinado a três e pensaram estamos tramados, e começaram a tentar encontrar onde poupar, falharam sempre porque se os cortes eram no setor B deveriam ser no setor D, se eram no D teriam forçosamente que ser no Y, mas começaram a cortar à bruta para os que apanharam com os cortes muito levemente para quem emprestou e pos cá o pilim.

 

hoje, passados estes anos de esforço herculeo de aumento de desemprego, de falencias de privações de vidas destruídas pela crise, afinal parece que só dois assinaram o papel, o terceiro que já foi primeiro clama que mal lá chegue será tudo ao contrário, mas dentro do partido primeiro vozes sábias se levantam e dizem estamos a anos luz de estar preparados para voltar a ser governo.

 

vieram as autarquicas e o paradigma mudou o povo que se deu ao trabalho de ir votar protestou.

 

os amigos do Ratton, aqueles que tem reformazita assegurada ao fim de dez anos, vem tudo mal tudo mal nas leis que são feitas pelo governo a dois e impostas por quem cá põe o pilim...

 

estamos no fim de um ciclo

 

para o proximo ano vamos tentar abandonar o protetorado e voltar aos mercados

 

mas uma coisa é necessário que seja dita, o que lá vai lá vai, esqueçam as reformas que tinham, os ordenados que tinham, quando o pais acordar do pesadelo da Troyca estaremos como verdadeiramente estavamos, só que não sabiamos ou faziamos de conta não saber, estamos pobres somos pobres, não podemos sustentar o estado social, temos de trabalhar.

 

lamento dar-vos esta noticia.

 

também não gostei de a escrever.

 

até já!

feito, revisto e publicado por, José Paulo de Sousa às 10:33
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