Sábado, 10 de Novembro de 2012

Cronicas do desassossego, a familia o scoring o auto reflexo e a flatulência da escrita

A filosofia aristotélica é essencialmente unida à moral, porque o fim último do estado é a virtude, isto é, a formação moral dos cidadãos e o conjunto dos meios necessários para isso. O estado é um organismo moral, condição e complemento da atividade moral individual, e fundamento primeiro da suprema atividade contemplativa. A política, contudo, é distinta da moral, porquanto esta tem como objetivo o indivíduo, aquela a coletividade. A ética é a doutrina moral individual, a política é a doutrina moral social. Desta ciência trata Aristóteles precisamente na Política, de que acima se falou.

O estado, então, é superior ao indivíduo, porquanto a coletividade é superior ao indivíduo, o bem comum superior ao bem particular. Unicamente no estado efetua-se a satisfação de todas as necessidades, pois o homem, sendo naturalmente animal social, político, não pode realizar a sua perfeição sem a sociedade do estado.

Visto que o estado se compõe de uma comunidade de famílias, assim como estas se compõem de muitos indivíduos, antes de tratar propriamente do estado será mister falar da família, que precede cronologicamente o estado, como as partes precedem o todo. Segundo Aristóteles, a família compõe-se de quatro elementos: os filhos, a mulher, os bens, os escravos; além, naturalmente, do chefe a que pertence a direção da família. Deve ele guiar os filhos e as mulheres, em razão da imperfeição destes. Deve fazer frutificar seus bens, porquanto a família, além de um fim educativo, tem também um fim econômico. E, como ao estado, é-lhe essencial a propriedade, pois os homens têm necessidades materiais

Segundo a cultura Judaica, a vida familiar, tão importante no judaísmo, gira em torno do Shabat, das festas e refeições familiares. Isto inclui aprender, cantar e conversar. A comida casher e a separação de carne e do leite são traços importantes da maneira judaica de viver. Os princípios do comportamento de uma família judaica incluem: honrar os pais, ajudar aqueles que têm menos possibilidades, respeitar os mais velhos, dar hospitalidade aos estrangeiros, visitar os doentes e não fazer fofoca ou mentir sobre outras pessoas. A educação judaica começa em casa. As crianças aprendem pelo exemplo e são incentivadas a praticar os rituais judaicos desde a infância

Segundo a cultura Cristã, Deus, por meio de Jesus Cristo se propõe a abençoar todas as famílias da terra, cumprindo a antiga promessa feita a Abraão: At 3:25-26 "Vós sois os filhos dos profetas e do pacto que Deus fez com vossos pais, dizendo a Abraão: Na tua descendência serão abençoadas todas as famílias da terra. Deus suscitou a seu Servo, e a vós primeiramente vo-lo enviou para que vos abençoasse, desviando-vos, a cada um, das vossas maldades.",

Segundo a cultura Muçulmana, A família é o princípio básico, o berço da civilização humana. É a fundação e a base da sociedade muçulmana. Adão e Eva (AS), nosso primeiro pai e mãe, lutaram para cultivar e continuar na Terra como marido e mulher. Gradualmente sua família multiplicou-se em multidão. A Família dá amarração, apoio, estabilidade e tranqüilidade dentre os parentes de sangue próximos e outros membros. (al-Qur'an 4:1, 30:21).

Há descrições históricas de sociedades matriarcais, em que a família gira à volta da figura feminina como símbolo de fertilidade, logo de poder.

Há outro tipo de famílias como por exemplo a” cosa nostra” a mafia as tríades enfim uma miríade de definições que não vos maçarei por ora, poderia como fazem alguns comentadores debitar uns sound bytes (ruído de fundo) sobre uns filósofos e umas asneiras sobre determinados assuntos, não é esse o meu propósito eu, como pessoa simples, vou tentar falar linguagem que as pessoas comuns entendam sem muitos anglicanismos, antes tentar explorar a língua de Gil Vicente, de Camões de Pessoa de Saramago de Agostinho da Silva (tantas voltas devem dar nas tumbas sejam em lugar recôndito, sejam em lugar desconhecidos sejam no Panteão Nacional).

Eu prefiro falar da família Benfiquista, que grande lição de cidadania de cultura democrática, quando quase vinte e três mil pessoas se deslocam para votar no Presidente da coletividade (eu próprio fiz quase cem quilómetros para ir depositar os meus cinco votos na urna eletrónica, para variar ganhei a eleição, salvo seja, é que tenho o dom de quando me empenho em projetos ganhar ou ajudar a ganhar eleições e também a varrer literalmente é essa a palavra anteriores projetos que de tão miríficos que eram me levaram a empenhar-me neles a investir neles o meu tempo, a minha imagem e o meu dinheiro, e depois o discurso doce ser tão diferente da pratica fria, gélida, mas a seu tempo se falará disso e à vassourada se livrará a terra de tão grave embuste do qual me penitenciarei no local próprio).

Eu falo com saber de participação da família cooperativa da família das coletividades, da família dos clubes por onde tenho andado de forma desinteressada ao longo dos anos e de onde nunca de nenhuma fui expulso ou tive de renunciar à minha qualidade de membro depois de enxovalho publico, já me demiti de cargos, mas corrido nunca fui, até hoje é claro o futuro a Deus pertence (sendo Jesus ou Alá o seu profeta).

Mas hoje apetece-me falar da família biológica e a da afinidade e para dar uma de intelectual classificar esta ou membros desta segundo critérios bancários o tão falado critério de scoring que as vezes se segue fria e gelidamente e outras vezes sem se encontrar explicação logica é tão deturpado, vilipendiado, quase desprezado.

Tudo o que vou dizer daqui para baixo é pura ficção e não representa nada nem ninguém que eu conheça é fruto da minha imaginação doentia ou não da minha facilidade em escrever e principalmente do meu gosto de escrever em jornais, sim que não é de agora esta paixão paixões recentes outros as terão eu tenho uns bons anitos de escrita artigos medíocres, artigos péssimos, artigos sofríveis e vá lá perdoem-me a falsa modéstia alguns bonzinhos.

Há por aí uma miríade de “escritores” ou comentadores ou pseudo qualquer coisa que na sua proverbial falta de jeito para a escrita ao tentarem, desajeitadamente, e sem sucesso diga-se atingir terceiros, escrevem sobre coisas que desconhecem, que não dominam. São normalmente assalariados e com muitos saltos dentro da área onde foram espalhando rancores e quiçá incompetência, ou então outra coisa qualquer tipo insatisfação sei lá eu “cada um sabe de si e Deus sabe de todos”, herdeiros de património mas sem algo que se possa dizer isto fui eu que fiz. São normalmente pessoas que são dão ao luxo da sua alta cátedra de dar conselhos a pessoas sérias de como se livrarem de “sarilhos” onde os meteram aleivosamente, tentado que esses terceiros qual seu reflexo o façam passando os problemas para pessoas ou Instituições terceiras. Dizia eu que esses não notam por falta de discernimento, por doença ou por falta de oxigenação do cérebro que se estão a auto descrever como se vissem a sua imagem feia horrenda e hedionda frente a um espelho uma figura medonha, um ser disforme, um gigante, ar carrancudo, a barba suja e maltrada, os cabelos ásperos/crespos e cheios de terra, a boca escura e os dentes amarelos, “grave e horrendo”. E conseguem como dizia o poeta espalhar a pestilência ou como dizia a Carolina Pinto da Costa sobre o dito Pinto que espalha a sua flatulência náusea pela casa pelos sítios.

Mas e a escrita já vai longa, mas não tenho culpa que o intercidades se arraste lésmico entre Messines e Lisboa, ao som de uma boa escolha musical (agora ouço AC/DC), vamos lá à nossa brincadeira entre família/familiares e o scoring.

Scoring 1 (aprovado), familiares por consanguinidade ou por afinidade, são pessoas serias de alta postura moral e ética, que ajudam sem ninguém ter de lhes pedir e sem esperarem nada em troca.

Scoring 2 (aprovado), familiares, outros há, que por feitio ou reserva não apoiam imediata ou incondicionalmente, mas nos momentos certos aparecem.

Scoring 3 (aprovado) depois aparecem aqueles que por feitio ou personalidade, não se querem envolver, mas quando alertados ou chamados à atenção dizem presente.

Os próximos três níveis são daqueles que vos aconselho a terem sempre um certo cuidado porque não são muito fiáveis.

Scoring 4, são aqueles que ajudam ou não consoante, vislumbrem ou não alguma vantagem futura.

Scoring 5, estes nem ajudam nem (de)sajudam bajulam vivem à babuje -

Scoring 6, gente que pelo simples fato de usar o teu apelido ou por infelicidade serem “teus” parentes por afinidade te causam comichão (tem,por habito, isto não é provado cientificamente mas por mero empirismo de escreverem textos anónimos)

Entramos agora naquela extirpe de gente de que vos aconselho a nunca falarem com eles de frente que tem mau hálito, cheiram mal por muitos e bons perfumes que usam e tem tendência a adotarem estilos de vida e de vestir de ídolos tipo sei lá Tony Carreira (o gajo veste de preto, nos vestimos também de preto) e são de duas qualidades os que nada tem dentro da caixa craniana e os que tendo alguma coisa o canalizam para o mal (no sentido bíblico é claro que o mal hoje é bem amanha)!

Scoring 7 (recusado) São normalmente familiares de natureza chorona que passam a vida a lamentar-se que antes é que estavam bem e que agora é uma desgraça, lá esmifram algum familiar durante uns tempos e quando esse familiar se cansa de ser “chulado” o esquecem imediatamente e se puderem dizem logo mal do antigo benfeitor e, lhe cravam umas facaditas com o xizato mais à mão, são normalmente de baixa estatura moral diga-se que não é de altura que estou a falar pois que há pequenos grandes homens.

Scoring 8 (recusado) Outros há que são coniventes com tropelias, aceitam difamar terceiros e tem como característica endémica (deve ser alguma partícula danificada de ADN) não liquidarem dividas.

Scoring 9 (recusado) a escoria dos familiares e do scoring J, são aqueles que não tem palavra, aqueles que se movem por ódios pessoais e se julgam acima da lei senda as vezes surpreendidos pela calada da noite pelos agentes da “pela lei e pela grei”, são aqueles que abandonam por mero odio terceiros em meios remotos e longínquos, são aqueles de que se podem dizer a nata da nata dos indesejáveis, tipo aquele café que já não tem qualquer aroma de arábico, são normalmente aqueles que escrevem uma coisa e o seu oposto, falham repetidamente relações interpessoais, normalmente tem um triste fim abandonados e esquecidos, corridos de um lado expulsos de outro, ficam normalmente acompanhados de um fiel amigo cão sim que os gatos são animais nobres J, felizmente estas duas classes normalmente não existem eu pelo menos ainda não tive a dita ou a desdita de conhecer ninguém assim e tenho quase a certeza que não existem , são mesmo produto da minha escrita e imaginação!

Até Já!

feito, revisto e publicado por, José Paulo de Sousa às 19:18
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