Terça-feira, 1 de Março de 2011

pequenas notas soltas

há uns tempos, um conhecido abordou-me e disse-me vou desabafar ...

 

 note-se que eu tenho um karma, sou bom ouvinte e depositário de muitas estórias e algumas histórias.

 

como sou bom ouvinte escutei, só foi isso que me pediram; queriam desabafar!

 

como também não me pediram segredo e acho que é carismático deste estado de coisas, omitindo as identidades e, trocando os elementos que poderiam indicar a proveniência da história (sim que esta é verídica) aqui vai.

 

o meu conhecido, tal qual eu, não é de cá e de cá digo ser nado e criado na Vila de São Bartolomeu de Messines.

 

veio para cá e, por cá ficou, exerce a sua actividade, não é moço de muitas falas, não é grande frequentador da noite e não faz amizades com muita facilidade, logo é visto como antipático, arrogante, etc etc...

 

enfim o trivial em qualquer terra pequena, pois o bom do moço teve um "negocio" com alguém da terra mais velho, dado a comezainas, a cantorias e de uma família tradicional de comércio, durante esse tempo em que tiveram um "negócio" conjunto mantiveram a sua actividade individual cada um de per si e, nessa base, forneceram produtos e ou serviços um ao outro. 

 

como um não apresentava a conta o outro também não era uma amizade linda ..., até que por desinteligências várias o "negócio" em conjunto acabou e cada um seguiu a sua vida, deixando-se de falar como manda a tradição...

 

o moço mais jovem, que é conotado com a má educação a arrogância e outros pecadilhos mais ou menos graves maximé o de não ser da terra escreveu uma carta ao outro mais velho e muito conceituado um mecenas "quiçá" e como todos as pessoa sérias pediu as contas dos serviços por si recebidos, coisa que foi prontamente recebida e rapidamente liquidada.

 

depois o tal que veio de fora sentou-se e esperou pela carta do da terra a pedir as contas dos serviços por si recebidos, ainda bem que estava sentado porque até hoje nada...

 

mas o mais velho continua a ser visto como pessoa conceituada e continua a ser divertido etc etc, não paga o que deve mas isso é outra "estória", com a alma mais limpa o moço de fora levantou-se e disse

- "mas se ele está à espera que eu lhe peça para me pagar engana-se, vou ficar pelo prazer de passar por ele e pensar caloteiro ...!"

 

até já!

feito, revisto e publicado por, José Paulo de Sousa às 09:07
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1 comentário:
De tentação a 1 de Março de 2011 às 23:55
Pois faz mal nao lhe cobrar a divida. Nada ganha com tamanho orgulho. Mas se reage assim é porque o dinheiro ou os géneros não lhe fazem falta. Sempre pode pedir a um amigo advogado que lhe ajude a resolver a questincula. Boa Noite.

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