Quinta-feira, 4 de Março de 2010

As minhas artes de necromância e como eu fazia teatro com fantoches- Sonho

Hoje tive um sonho...

Sonhei que conseguia manipular tudo e todos desde o mais insignificante ser vertebrado até seres licenciados, mestrados, doutorados. E conseguia fazer tudo isto as claras, bastava-me tocar nas pessoas com a ponta dos meus dedos e desde logo elas ficavam nas minhas mãos, deixavam também é claro de poderem ser responsabilizadas pelo que tinham feito a dois a tres a vinte nada a responsabilidade era coisa unica. No meu sonho tinha outra caracteristica unica, mudava de ideias, ou seja pensava e conseguia admitir, pasme-se, que uma ideia tida ou não por mim que abraçava num primeiro momento, depois de um processo de maturação de pensamento via que estava errado e admitia-o, e isso no meu sonho era mal visto que não o sujeito diz um borrada, tem que continuar a defender a borrada mesmo que se aperceba que a borrada é borrada mesmo.

E continuava o meu sonho, tinha o poder de dar voz e possibilidades de expressão a alguns enquanto a outros tinha o poder de lhes impor o mais profundo e prepetuo silêncio, mais a uns deixava ter ideias aos outros deixava-lhes o cerebro vazio, a uns deixava-os expressarem-se livremente a outros impunha-lhes contra a sua vontade é claro o silêncio o vazio de ideias...

Depois acordei dei uma sonora gargalhada, fui mictar e defecar, peguei num livro belissimo -  Minotauro, A Batalha do Labirinto, o primeiro livro de Gabriel Garcia de Oro direccionado a um público adulto, é a nova aposta da Editorial Presença na área do fantástico -, desci à sala e li.

 

Até já

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feito, revisto e publicado por, José Paulo de Sousa às 08:20
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1 comentário:
De ccor a 4 de Março de 2010 às 23:40
Então e o meu caro José Paulo queria ter os gajos todos na mão para quê? hem?

e era logo desde o mais simples vertebrado (entendo então que um um Burro, cão ou ovelha deve servir), indo até licenciados, mestrados e doutorados.

Não lhe chegava ter na mão um simples mecânico de automóveis, um canalizador, ou quem sabe, até um empregado da CCAM, não, tinha logo de ser guloso e ir até ao mais instruido dos vertebrados.

O engraçado do sonho é que acaba da forma mais simples e natural possível, o José Paulo enquanto arriava o calhau só tinha na mão algo seu, e não era vertebrado (embora até pudesse parecer, dependendo da disposição)....ehehhehehhehe

cumprimentos deste seu pastor.

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