Foi, esta a questão com que se fechou o painel S. B. Messines: Presente e Futuro no passado dia 10 de Março de 2012.
Sobre isto tenho uma ideia que resolvi partilhar...
A Vila não pode ser dissociada das suas gentes, das suas empresas, das suas entidades das suas colectividades, sem estas a Vila daqui a 20 anos será um amontoado de ruínas sem muito interesse exceptuando os Monumentos existentes já hoje e uma grande caratera de saudade,sim porque sem gentes , sem empresas, sem entidades , sem colectividades até o Penedo Grande será transladado para a encosta do Castelo.
Cabe aos Messinenses ter uma palavra sobre a coisa, rapidamente estaremos confrontados com a agregação de freguesias parece que o concelho segundo os critérios volumétricos será para reduzir a 4 ou 5 freguesias e o empurrão lógico que nos irão propor será a agregação São Bartolomeu de Messines / São Marcos da Serra e como é evidente com todo o respeito pelas gentes boas de São Marcos da Serra será um presente envenenado tipo a maçã vermelha e viçosa que a bruxa má deu à Branca de Neve, pois que será uma área enorme com uma população diminuta que não irá trazer um acréscimo de receitas nem por parte do poder central , nem por parte do poder local, pois que o rácio população m2 irá decrescer enormemente e daí o cair das expectativas económicas e o aumento exponencial das despesas... este será um dos primeiros desafios que irão condicionar o que será esta terra enquanto comunidade daqui a 20 anos.
Outra das grandes decisões que os habitantes desta Vila tem que tomar é o que querem eles proprios da sua terra? Quererão continuar a protestar em surdina a dizer mal do que se faz a estimular rivalidades de capela ? ou quererão unir-se em torno das causas por que vale a pena lutar? Será esta outra das realidades que irá condicionar o que seremos daqui a 20 anos!
Uma das matrizes que irá implicar o que seremos daqui a 20 anos será a qualidade e a quantidade das instituições que temos e quais aquelas é que irão conseguir resistir aos ataques mais ou menos velados que irão surgir de quem não gosta da terra mas que está em condições de dificultar a vida ás Instituições enquanto se arrastar lazarenta pelos lugares de decisão.
Dito isto e sabendo como estamos numa altura excepcional é necessário que se tomem medidas excepcionais que se calhar até se afastam um pouco de critérios racionais e de excessiva prudência e medidas essas que poderão dar a possibilidade de que as Instituições que queremos vivas e pujantes daqui a 20 anos não se extingam exauridas até lá... porque para lá chegarem tem que receber os apoios necessários sobre a hipótese de daqui a 20 anos se chegar e concluir - que sim fomos muito racionais, fomos muito prudentes mas destruímos com tanta racionalidade e prudência o futuro.
Que será S. B. de Messines daqui a 20 anos? o que eu, tu, vocês quiserem, mas as decisões não são dos outros nem são de tomar amanhã ... as decisões são nossas no colectivo e terão de ter sido tomadas já ontem de preferência...
Até já!
até já!
Estamos num aperto financeiro, todos sabemos, erros nossos , má fortuna, inépcia, deslumbramento , vida fácil, não me interessa agora saber o que nos levou a isto.
Interessa no entanto saber o que é prioritário num momento de crise, onde poupar onde cortar que opções ter e principalmente tem que se entender de vez uma coisa quem ocupa cargos públicos tem que entender de vez que não pode governar aquilo por odiozinhos , por sectorezinhos, etc. etc. tem que tomar decisões e não se escudar atrás de meias verdades, mentiras mentiras meias, tem que fazer o que é difícil governar sem ter a conta recheada sem poder gastar como se não existisse amanha.
E as populações não podem enterrar a cabeça na areia tem que ir aos sítios certos e nos sítios certos fazer ver a certas pessoas que se são incompetentes menores a dirigir tem um caminho fácil, renuncia , demissão e deixem entrar ar novo na Instituição, e as oposições tem que ser exigentes tem que ser reivindicativas, tem que exigir, tem que vir para a praça publica denunciar e quanto mais cedo melhor.
Está na altura de decidir entre os serviços primários, que os munícipes necessitam ou os secundários, que só beneficiam quem os realiza e uma pseudo elite um pseudo jetset, as pseudo elites e os pseudos jetsets se querem opera vão ao São Carlos...
Será que quem decide não pagar às Instituições julga que está a fazer um bom trabalho, ou, será que só quando gritar socorro fogo é que entenderá que há Instituições que não podem parar ??? e, será que nestas, todas tem mesmo tratamento, ou, será como é voz corrente do povo umas tem acesso a serviços que outras não tem??? será que não era bom parar para pensar e entender o mal que se está a fazer às populações ?
É que é muito fácil a alguém que conjunturalmente se encontra num lugar destruir o trabalho que muitos tiveram a erguer... vale a pena pensar nisto!
Até já!
Messines, vai ter Carnaval outra vez…
Nesta Terra rebelde e folgazona que já teve nos anos 50 do século passado as suas Batalhas de Flores, que nos anos 90 avançou com um projecto de sucesso que foi o carnaval da nossa Vila sob a égide dos Amigos de Messines, o Carnaval vai voltar.
Depois de um interregno em que quer a Vila, quer a Associação Grupo Amigos de Messines, se divorciaram do Carnaval ele teimoso, rezingão, trapalhão, folgazão vai voltar.
Não vai ser igual.
Não vai querer competir com o que (h)ouve antes, mas sim vai começar um processo de novo crescimento, por isso nos dias 18, 19 e 21 de Fevereiro a animação vai sair à rua, com um significado muito marcante num ano em que todos se lamentam das agruras da crise o Grupo Amigos de Messines, decidiu que tristezas não pagam dividas e com o apoio das colectividades Messinenses, com o suporte financeiro do comércio de Messines e com o apoio do Crédito Agrícola, bem assim como da Junta de freguesia vai sai(r) para a rua.
Esperamos o apoio da população e principalmente esperamos que todos se divirtam neste ano triste.
Até já!
Estou à vontade, não me considero ofendido com a palavra utilizada por Pedro Passos Coelho.
Não me "aquenta" nem me "arrefenta" se vou ter mais ou menos dias de férias, mais ou menos feriados, quanto ao Carnaval é daquelas coisas só lá vai quem quer e é uma coisa com que os privados à muito tem que coabitar, queres folia? mete férias tão simples quanto isso, nenhum mal bem ao mundo se se quer mesmo utiliza-se um diazito de férias, só que os funcionários do Estado estavam habituados a estas mordomias e agora reclamam, compreendo se calhar não entendo mas compreendo. Agora é assim o Estado, as Autarquias e as Empresas Publicas, tem de ser geridos por critérios económicos não podem ter deficits crónicos nem continuar a subsidiar actividade que ninguém tem pachorra para ver, o critério neste novo paradigma de escassez tem que ser diferente, temos de emagrecer os nossos direitos e se calhar temos de engordar os nossos deveres para ver se a balança do deve e haver tende para o equilíbrio.
Por isso nao me sinto piegas nem velho do Restelo.
Outra coisa porém é achar que falta fazer muito para que isto tome um rumo diferente, a banca tem de se capacitar que tem de injectar dinheiro na economia, tem de se capacitar que tem de fazer reformulações nos créditos, tem de se capacitar que a maior parte das pessoas não paga porque não pode, e quando digo que tem que reformular não é carregando os clientes de comissões em cima de comissoes, nem aumentando spreads, nem guardando a liquidez para negócios de risco zero.
A banca nacional este ano levou um arrazo mas nao mostra sinais de ter aprendido nada, continua a nao emprestar, nao injecta dinheiro na economia ou quando o faz é com juros a raiar o agiotismo, com colaterais, com o pedido de hipotecas, avales e outros que tais.
Não é assim que a banca, no meu modesto entender vai ajudar a economia e ajudar-se a si propria. Quem tem que emagrecer é a banca, que nos continua a martirizar com campanhas publicitárias.
Não se compreende com a Banca vai ao BCE financiar-se a 1% e depois num credito pessoal com garantias reais pede 8,9,10% mais a cada da praia, mais o aval da avó, e o penhor do empréstimo da tia. A banca ela sim tem de emagrecer sobe pena de desaparecer, esta é uma das pechas que eu vejo nestas medidas um pouco mais de dureza com a banca não ficava mal e caía bem.
Outro sitio onde o Governo está a pecar é na reforma administrativa das Autarquias Locais, é necessário e urgente acabar com juntas de freguesias, juntar umas quantas, acabar com uns municípios juntar outros dar dimensão à coisa, reduzir drasticamente o numero de eleitos locais, deixar de pagar pelo que deveria ser serviço cívico de nas alturas das eleições os membros das mesas de voto terem direito a senhas de presença ( e são sempre os mesmos, ao menos podiam variar de mesa para mesa), e se forem daqueles sortudos ainda tem direito a mais uma folgazita extra, aqui também se poderia cortar e poupar uns cobres...
E por hoje aqui me fico...
Até já!