Sábado, 24 de Dezembro de 2011
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Um bom natal !!!



feito, revisto e publicado por, José Paulo de Sousa às 18:01
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Quinta-feira, 8 de Dezembro de 2011
O Salgueiral, faz hoje cem anos...

O Salgueiral, faz hoje cem anos...


É verdade cem anos, é uma equipa carismática sempre revolucionária e popular.

 


No Porto equipa de encarnado,


No Porto abriu as portas do seu campo à campanha do Humberto Delgado,


No Porto é uma equipa popular e do povo sempre afastada do prato dos maiores, por isso não tem campo próprio e milita na divisão de honra da Associação de Futebol do Porto, mas para o ano de certeza que já estará nos nacionais.


O Salgueiral ( Sport Comercio Salgueiros) é a única paixão futebolística que tenho em comum com o senhor meu pai, quanto ao resto ele derivou para o lados dos "andrades" hoje Dragões eu derivei para o lado dos "lampiões"...

 


Estava eu já pelas Coimbras do Choupal até à Lapa, quando decidi ir de fim de semana a casa nesse fim de semana havia jogo do titulo da segunda divisão nacional entre o Espinho e o Salgueiros, quem ganhasse subia à Primeira divisão Nacional eu fui ver esse jogo com o senhor meu pai ganhou o Salgueiral e eu vi aquele ser enorme imenso (sim que é uns bons centímetros maior do que eu) a chorar de alegria e o Salgueiral subiu passados vinte e poucos anos á divisão rainha do futebol nacional...

 


Depois disso a coisa não correu bem e o Salgueiral esteve mal muito mal mas está a recuperar e vai ser outra vez grande, o senhor meu pai também esteve mal mas vai recuperar com a força que sempre teve, não tenho muito geito para dizer estas coisas prefiro escrever ...


Um abraço forte para o Salgueiral um beijo enorme para o meu pai.

 

Até já!



feito, revisto e publicado por, José Paulo de Sousa às 09:02
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Quarta-feira, 7 de Dezembro de 2011
as moderadors taxas

Parece que vão actualizar as taxas moderadoras, ao que eu digo felizmente e finalmente, é que assim pode ser que só lá apareçam os que realmente necessitam e deixem de aparecer lá os crónicos sofredores deste país que ao mais pequeno resfriado marcham para as urgências, ao mais ínfimo torcicolo marcham para as urgências, quando tem uma pequena farpa no dedo marcham para as urgências..., sem esquecer que se forem de ambulância é bué de mais barato porque o táxi cobra logo e os bombeiros logo se vê!

 

Os Portugueses são doentes crónicos, de doenças reais, de doenças imaginárias e outras que tais, alias um dos desportos mais praticados é quando se juntam três desses doentes contarem os comprimidos que emborcam por dia e depois admiram-se de nada fazer efeito é claro estão inundados de "defesas" e depois ...

 

Mas esta ideia de correr para as urgências por da cá aquele traque ou bufa é mesmo um habito muito Tuga..., eu lagarto, lagarto, lagarto, vou lá de dois em dois anos ás vezes de três em três com umas crises de cólicas renais e quando lá vou deparo-me com a sala atafulhada de gente que irradia tédio ( que eu saiba não é doença) mas pessoal que esteja assim com ar de quem está doente raros, que os há é certo, mas aí metade bem que podia esperar pelo dia seguinte e ir ao posto de saúde  medir a tensão sim que o pessoal tem um pavor de se ir que até dói...

 

Lá fora a coisa pia mais fino, se resolveres de moto próprio apareceres pelas urgências o mais que te pode acontecer é voltares com o rabo entre as pernas, aqui vai uma experiencia in locu e própria... Estava este vosso escriba no Reino das Tulipas numa convenção do Europeia (as coisas que eu já fiz), e a meio da noite tive o rebate "porra mais uma cólica renal", desde já digo o meu holandês é pouco mais que nulo aprendi na altura a contar até 20 há custa de shots de uma coisa que era pouco mais que álcool puro com um colega holandesa sob o olhar irado do marido corpulento agente da ordem ..., mas estava em Amesterdão e por isso liguei para a recepção e fiz notar a minha desdita ... o simpático recepcionista deu-me um numero liguei e estive a tentar descrever a uma simpática personagem os meus sintomas, ao fim de uns bons 20 minutos lá obtive luz verde um numero ( se apareceres nas urgências sem o dito numero esquece), chamei um táxi, sim que lá os bombeiros são mesmo para urgências e lá me apresentei todo dobrado e a arfar cheguei um edifico enorme mas de urgências vazias, cheguei ao balcão apresentei o magico numero, fui atendido de imediato por um médico que me injectou de imediato também com a substancia que alivia intensamente. Cinco minutos depois estava cá fora, sim que aquilo só passa quando a pedra é expelida mas a bendita injecção alivia.

 

Cá quando lá chego tem o bebé com colicas, a criança com romela, o simpatico estudante com uma piela de caixão à cova e mais uns trinta que bem podiam ir pastar para outro lado e duas horas depois lá és atendido ... mas caramba é tendencialmente gratuito ... graças a deus que vai passar a ser cobrado.

 

Espero que existam isenções para as pensões mínimas ...

Até já!



feito, revisto e publicado por, José Paulo de Sousa às 14:23
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Sábado, 26 de Novembro de 2011
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Existe um ruído de fundo sobre a hipotética, previsível venda do edifício do Casino de Armação de Pera, aceito que as pessoas se indignem, alias estamos num período de indignação, mas se os privados , as famílias, estão a tentar vender os seus activos , o seu ouro os seus relógios, para continuarem a tentar cumprir com as suas obrigações, a hipotética venda do edifício é o que menos me preocupa desde que nesse negócio, sim que é um negócio, onde se vai passar dinheiro de mãos em mãos, certamente pagarem-se impostos, seja salvaguardada a importância do edifício como edifício e a sua importância para a comunidade.

 

Mas perdoem-me os Armacenenses, há coisas que me preocupam mais...

 

Ontem, uma vez mais se provou que os dirigentes das colectividades Messinenses, habituados desde há muito a não terem as benesses da sempre omnipotente e omnipresente Câmara nas suas costas, deram mais uma lição de como se deve dirigir uma colectividade, diagnosticam os problemas, tentam encontrar soluções, expõem-nas ao colectivo e resolvem a situação.

 

Vejamos a Corporação de Bombeiros de São Bartolomeu de Messines, sempre foi conhecida por ter uma situação financeira estável, mas nos últimos tempos com os cortes em tudo quanto é sitio começou a viver com dificuldades, só três pequenos exemplos;

  1. A autoridade nacional que comparticipa uma percentagem nas saídas dos carros para fogo, ainda não liquidou este anos qualquer verba, estamos no fim do mês de Novembro.
  2. A facturação com o hospital dos transportes de doentes requisitada pelo Hospital do Barlavento que era da ordem dos 15/16.000,00 euros mês foi no mês de Outubro de pouco mais de 8.000,00 euros, agravado, pelo simples facto de ainda não terem liquidado a facturação do mês de Julho.
  3. Para rematar foi comunicado mais ou menos formalmente aos Bombeiros, pela Câmara Municipal, que a partir do próximo ano a Câmara vai apresentar a factura da água para pagamento, ou seja quando sentirem a vossa casa a ser ameaçada pelas chamas rezem para que os bombeiros tenham tido o engenho e a arte para arranjar 1.000,00 a mil e duzentos euros para liquidarem a conta da água, pois que se não tiverem poderão ter de ir abastecer às vossas próprias casas...

 

Como devem compreender estou mais preocupado com a situação das Corporações de Bombeiros, do que com o casino de Armação de Pera, perdoem-me os Armacenenses.

 

Até já.

  

PS. Já tinha exprimido pessoalmente os José Carlos de Sousa Araújo a minha solidariedade pelo e-mail anónimo que circulou entre os associados da Casa do Povo, é claro que o alarve covarde, não apareceu na Assembleia-Geral, e certamente não vai aparecer como alternativa nas próximas eleições a terem lugar previsivelmente no próximo mês de Dezembro, mas o que se passou numa reunião da Câmara Municipal deixa-me estupefacto pelo acto em si...



feito, revisto e publicado por, José Paulo de Sousa às 09:01
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Terça-feira, 8 de Novembro de 2011
Estado Social paradigma e mito urbano

Estamos numa época de viragem de profunda mutação, hoje tal como no passado estamos num tempo de mudança de mitos de paradigmas de certezas.

 

A começar pela língua, se já antes tinha dificuldades em tentar exprimir-me sem uma ou duas calinadas gramaticais, muito comentadas e apontadas, agora com o (des)acordo sinto-me completamente à deriva, mas enfim sempre disse que me interessava mais o conteúdo, as ideias, que a forma escrita das mesma e se tiver e continuar a ter ideias prefiro escrever as mesmas com algumas deficiências gramaticais que escrever muito bem e com boa apresentação e caligrafia refinada mas sem ideias.

 

No passado longinquo havia muitos e bons mitos, tipo o de Prometeu, algumas figuras mitologicas tipo o Minotauro e o mundo ia correndo sempre mutavel umas vezes no sentido da evolução outras vezes no retrocesso, mas ia correndo.

 

As sociedades passadas eram muito mais liberais ou menos como dizer para não ferir os meus leitores mais católicos com menos princípios, ele era o incesto ( não não é o afundanço do basquetebol) muito praticado nas sociedades antigas e muitos imperadores de Roma o praticaram, pelo menos é o que dizem as fontes, a homossexualidade era na Grécia tolerada e praticada ás claras... etc etc.

 

Depois veio o período obscurantista da idade média baixa, média, alta inculcada pelo conceito de pecado e de culpa da sociedade judaico cristã e essas coisas tipos vícios públicos passaram por um manto diáfano para virtudes publicas vícios privados.

 

Fomos evoluindo e em pleno século XX, logo após a segunda guerra mundial surgiu um dos últimos mitos e tabus urbano/industriais o ESTADO SOCIAL. Fomos numa época de profunda evolução demográfica, de pleno emprego, de industrialização massificada criando a ilusão que o Estado era pai, mãe, avó e avo, e que tudo nos propiciaria, só teríamos que entregar uma pequena parte do nosso rendimento e aos 65 anos lá teríamos a nosso aposentação (se fossemos do publico) ou reforma se fossemos do privado e passaríamos os últimos 3 ou 4 anos de vida em paz e sossego à espera de irmos prestar contas a Deus Nosso Senhor, a Alá, pela via do seu profeta Maomet, ou a Jeová aquele deus anterior ao nosso Deus , digamos que o nosso é um upgrade do Jeová assim como Alá é uma versão digamos 1.2 do Jeová, depois foram surgindo mais upgrades mas isso não interessa nada para aqui agora.

 

Pois o problema é que deixamos de procriar à bruta, como coelhos, depois com a revolução sexual e com os métodos concepcionais todos novinhos podemos novamente copular à seria sem prole nem descendência e a pirâmide etária começou a inverter-se... e o "raio" dos "velhos" deixaram de ir apresentar contas por volta dos 70 anos e vão cá ficando cada vez mais tempo a receber a sua justa reforma ou aposentação e temos isto como certo e seguro a, REFORMA ou APOSENTAÇÃO é uma coisa certa é um direito inalienável, escrito até na Constituição logo é uma certeza imutável um mito urbano do Estado Social, preparem-se para perderem este mito e esta certeza.

 

Outra das coisas que ganhamos como direito inalienável era a segurança do emprego e que o dito era para a vida, até havia a chamada carreira começas por baixo e chegaras mais cedo ou mais tarde ao topo da dita, direito certo seguro inalienável...  escrito até na Constituição logo é uma certeza imutável um mito urbano do Estado Social, preparem-se para perderem este mito e esta certeza.

 

Mas o que é engraçado é que outros mitos urbanos do principio do Estado Social foram caindo alegremente e ninguém os contestou, até porque eram princípios retrogradas obsoletos e ultrapassados, a família foi um deles, a paria foi outro o casamento indissolúvel "até que a morte nos separe" também marchou a casamento entre iguais mas de género diferente deixou de ser exclusivo etc etc etc. ... estes mitos urbanos foram mandados para o bau e ninguem lhes sentiu a falta, até era retrogrado e estava em concluído com a "padralhada" quem os contestasse.

 

Pois agora com a Segurança Social em pré ruptura com o Estado a ter de se endividar no presente para pagar os "direitos" presentes, mas com a factura a ser apresentada aos futuros, com o flagelo do desemprego, com a deslocalização da Industria prevejo que os da minha geração não venham a saber o que é isso da Aposentação ou Reforma que pouco mais que simbólicas serão, começamos a pensar é melhor aforrar porque quando chegar a nossa vez o baú vai estar vazio, mas como o fazer se o Estado Social nos esbulha, nos ataca com impostos nos leva uma fatia gorda do nosso rendimento para manter uma situação que se sabe insustentável , só porque ninguém ainda teve coragem de assumir e afirmar o Estado Social e os seus mitos urbano/Industriais são um paradigma do passado.

 

Até já!



feito, revisto e publicado por, José Paulo de Sousa às 11:53
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